A quarta versão do produto mais vendido da Amazon, o Kindle, foi ontem anunciada. 30% mais leve que a versão anterior, 18% menor em dimensões (mantendo o mesmo ecrã de 6″) e Wi-Fi.
Para além da versão base renovada, foram apresentados o Kindle Touch e o Kindle Fire. O primeiro apresenta características idênticas à versão base mas adiciona multi-touch, a versão mais cara ($149) para além de Wi-Fi tem acesso gratuito às redes 3G. O segundo é uma abordagem totalmente diferente ao conceito, é claramente um concorrente para o mercado dos tablets e corre sob o sistema operativo Android. Relativamente barato ($199), com um ecrã IPS multi-touch de 7″ e um design elegante, o Fire garante o acesso a milhões de filmes, séries, músicas, livros e jogos, numa conjugação entre a Kindle Store, AppStore, Amazon MP3 e o serviço premium Amazon Prime.
Sinceramente o Fire pouco me interessa, tal como não acho o mínimo interesse no iPad. Agora o Kindle Touch já é uma conversa bem diferente.

Nos últimos tempos tenho equacionado algo do género, estou quase sem espaço físico para livros e começo a ficar farto de só conseguir ler em certas posições devido ao peso da maioria. De momento estou a ler o Dance with Dragons, com 1040 páginas e 1,4 kg não é uma tarefa fácil, o livro tem de estar apoiado e tenho de ler quase sempre sentado, prefiro ler na cama antes de dormir, é um vício de há muitos anos, mas com certos livros é quase impossível. Tendo em conta que este livro não é uma excepção no que toca a livros de fantasia, são quase todos enormes, um Kindle começa a fazer sentido, é um claro “talvez”.
Kindle vs Kindle Touch. Gosto da simplicidade do Kindle 4, do tamanho reduzido e das 170 gramas de peso. O problema é quando por mais meia dúzia de tostões ($20) se pode comprar uma versão multi-touch, com o dobro da bateria e o dobro da memória interna. Na Amazon UK ainda só existe a versão base à venda, Touch e Fire só têm lançamento anunciado para o mercado americano, a 21 de Novembro.











