A 8 de Novembro de 1998 deu-se o referendo da Regionalização, com 8 regiões propostas na divisão: Entre-Douro e Minho, Trás-os-Montes e Alto Douro, Beira Litoral, Beira Interior, Estremadura e Ribatejo, Região de Lisboa e Setúbal, Alentejo e Algarve. Para a pergunta 1: “Concorda com a instituição em concreto das regiões administrativas?” O SIM teve 34,96% dos votos e o NÃO 60,67%. A abstenção foi superior a 50%.
O SIM venceu no Alentejo e no Porto, havendo um “empate” no Algarve.
Os fundos comunitários destinados às regiões mais pobres do País foram desviados para Lisboa, os valores já ultrapassam os 154 milhões de euros. (fonte)
Desde a chegada de José Sócrates ao poder, em 2005, a centralização tem vindo a aumentar, com grandes investimentos feitos e planeados para Lisboa e desinvestimento no resto do país, com o fecho de escolas e unidades de saúde e agora com a colocação de portagens nas SCUT.
Não é tão linear como aparenta mas a realidade actual necessita de uma reforma gritante. Que venha a regionalização, que venha uma administração local distanciada o mais possível do poder político, que se ponha fim às 4260 juntas de freguesia espalhadas por esse Portugal.



















