Back in the days para encontrar alguém a escrever diariamente não era só dar um pontapé numa pedra que lá saltava um blogger. Uns estavam na-cama outros no beliche e meia dúzia no café. Nessa altura não usava feeds para seguir ninguém, tinha uma lista de pessoas no próprio site que utiliza como os meus links externos, clicava neles todos os dias e ia ver o que se dizia de novo.
Havia uma família (que na altura não fazia ideia que era família) que seguia com bastante gosto: o Macaco, a Dee e o Coiso. Haviam Marcianas, rapazes fantasma, meias de leite, a Isa ainda não estava toda cor-de-rosa e meu “mano” Druida escrevia com bem afinco do que agora (não pagues o hosting que não é preciso).
O Macacos Sem Galho foi a minha maior inspiração quando passei para o formato que utilizava no Diário do Nabo no início de 2002 (do qual infelizmente não há arquivos), no que toca a organização de conteúdos, com entradas regulares e alguns artigos esporádicos. Não havia como não gostar deste gajo. Benfiquista, implicava com fumadores e maus condutores, tinha uma costela geek e jogava first-person shooters! Para além de me ter chegado a emocionar e nem o(s) conhecia pessoalmente…
Por tudo o que simbolizas para a Internet portuguesa e por tudo o que simbolizas para muita gente que te acompanha, um forte pontapé no rabo e parabéns pelos 10 anos.










